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sábado, 7 de junho de 2014 - 21:07h
CLT ou VGBL
 

Ao longo de sua vida você já deve ter ouvido algo como: “quem trabalha não enriquece”. Infelizmente, ela traz uma verdade.
A maioria dos assalariados nunca parou para pensar sobre o motivo de uma empresa lhe pagar salário.
Seria por caridade, generosidade?
Reflita um pouco: um empregado assalariado dedica nove, dez ou mais horas por dia para, simplesmente, enriquecer os donos ou acionistas da empresa para a qual trabalha.
Passa, portanto, a maior parte de seu tempo dedicando seu suor, sua inteligência, sua experiência para gerar riqueza para os outros.
Você vai pensar: isso é injusto. Não é! É só a mais clara tradução do que é o capitalismo. Quem tem dinheiro põe esse dinheiro para trabalhar e assim, multiplicar seu capital, convidando aqueles que não têm capital para ajudá-lo nesse objetivo de multiplicar riquezas. Em troca, oferece uma mínima parte do dinheiro gerado, na forma de salário.
É muito importante, que todo trabalhador perceba isso e se esforce para virar o jogo a seu favor, poupando parte do que ganha para que, no dia em que sua carreira se esgotar, ele tenha capital suficiente para viver de renda ou, melhor ainda, para investir esse capital em um negócio próprio, gerando oportunidades para vários outros trabalhadores sem capital.
Obviamente, pensar que todo trabalhador conseguirá isso é utopia, pois temos que considerar que muitos empreendedores não conseguirão fazer seu negócio sobreviver, em função de outros aspectos como desconhecimento em gestão. Outras nem sequer têm vocação para empreender.
Quem continuar dependendo de todo o salário para pagar as contas a cada mês precisará ser empregado por toda a vida. Caso contrário, verá seu padrão de vida decair após sua aposentadoria.
Para virar o jogo, é preciso entender a essência do papel do trabalhador nas empresas. Quando alguém trabalha, dedica tempo para obter recursos monetários, mas deixa de dedicar tempo para sua família, para cuidar de sua saúde, para suas relações pessoais e para outros projetos pessoais.
Muitas pessoas sentem dificuldade em melhorar seus conhecimentos porque dedicam tanto tempo ao trabalho que não sobra tempo para estudos. E alimenta assim o vaso quadro estatístico no país de baixa qualificação técnica, pois não tem tempo de aprimorar-se profissionalmente.
Trabalhar, portanto, rouba tempo que o trabalhador poderia dedicar a seus investimentos pessoais, consequentemente prejudicando o aumento de sua riqueza.
É por todo este cenário que eu defino salário não como renda, mas sim como indenização.
Quem optar pelo caminho de ser funcionário a vida toda estará se autossabotando, fadando-se a receber uma simples compensação pelo uso de seu tempo em favor dos outros.
Não defendo aqui o fim do emprego. Ele sempre será necessário para os primeiros passos em um projeto de construção de riqueza. Quem não tem recursos para investir deve buscar um emprego que lhe gere esses recursos.
Por isso, quem sonha em sair das amarras do emprego deveria trabalhar um pouco para si também.
Em suma: se você pensa em enriquecer, não é você quem deve trabalhar pelo (nem para) dinheiro, mas sim o dinheiro é quem deve trabalhar para você.

 
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Perfil do colunista

Flávio Oliveira
Consultor Financeiro e Tributário; professor e palestrante na área de finanças pessoais e corporativas;
 

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O crescimento do consumo no país é latente. Face à maior participação desta nova classe média, que hoje possui um maior poder de compra. Por outro lado, a inadimplência aumenta pois a grande maioria destas pessoas não possui uma boa educação financeira. E entre os casais há um outro cenário preocupante. Pois cada um vê o dinheiro de uma forma. E aí surgem as brigas.
 

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